Nos últimos dias, surgiu a possibilidade de uma negociação envolvendo os estados do Rio Grande do Sul e de Minas Gerais, que pode afetar diretamente as candidaturas petistas e trabalhistas nessas regiões.
Conforme informações divulgadas pelo Portal O Fator, o Partido dos Trabalhadores (PT) espera uma reciprocidade do PDT em relação ao apoio que dará à candidatura de Juliana Brizola ao governo do Rio Grande do Sul.
Na disputa pelo Palácio do Piratini, Juliana Brizola deve ter como candidato a vice Edegar Pretto, que era justamente o pré-candidato do PT ao governo do estado. Em 2022, ele por pouco não chegou ao segundo turno, ficando atrás de Eduardo Leite, então no PSDB.

Entretanto, seguindo uma diretriz da direção nacional do PT, Edegar Pretto abriu mão de sua pré-candidatura e, mais do que isso, aceitou compor como vice na chapa de Juliana Brizola. A aliança forma uma frente ampla progressista que deve enfrentar nomes como o tenente-coronel Zucco, do PL, e Gabriel Souza, do MDB, atual vice-governador do estado.
Por outro lado, em Minas Gerais, a expectativa do PT é de que o PDT abra mão da pré-candidatura de Alexandre Kalil ao governo estadual, em favor de um possível apoio a Rodrigo Pacheco, ex-presidente do Senado. Pacheco recentemente se filiou ao PSB e deve ser o candidato apoiado pelo presidente Lula no estado.
Além disso, o PT também deve argumentar junto ao PDT que, no Paraná, o partido abriu mão de lançar candidatura própria para apoiar um nome trabalhista — no caso, o deputado estadual Requião Filho. Esse seria mais um fator para pressionar o PDT a reavaliar a candidatura de Kalil, que poderia, eventualmente, disputar o Senado.




Olha eu vou falar a verdade isso na ganha porque no rs o candidato do pl ganha em mg o do republicanos ate aqui no Ceará que apoia o lula o candidato do pt perde