Daniel Vilela filia 11 prefeitos ao MDB; maioria veio do PDT de Flávia e George Morais

Daniel Vilela filia 11 prefeitos

Por: Ciro Magalhães;

O governador de Goiás, Daniel Vilela (MDB), consolidou mais um importante movimento de fortalecimento político ao oficializar a filiação de 11 prefeitos do interior goiano ao MDB. O ato, realizado em maio de 2026, reforça a expansão da base governista e amplia o alcance municipalista da legenda às vésperas do processo eleitoral.

A maior parte das novas filiações veio do PDT, partido que até recentemente era comandado em Goiás pela deputada federal Flávia Morais e pelo deputado estadual George Morais. O casal decidiu migrar para o MDB após avaliar que a sigla oferecia melhores condições políticas e eleitorais para seus projetos de reeleição e fortalecimento regional.

A influência de Flávia e George foi decisiva para levar ao MDB sete prefeitos que integravam os quadros pedetistas. São eles: Ulisses, de Santa Rosa; Fernando Araújo, de Itaguaru; Lorena Neri, de Taquaral; Job Martins, de Santa Bárbara; Dr. Dásio, de Amaralina; Esmeraldo, de Campestre; e Neguinho da Areia, de Baliza.

Além dos prefeitos oriundos do PDT, o MDB também atraiu lideranças de diferentes partidos, ampliando o espectro político da base governista e reforçando o perfil pragmático da articulação liderada por Daniel Vilela.

Entre os novos filiados estão José Ribeiro, ex-PP; Dr. Victor, ex-PL, de Santa Fé de Goiás; Eduardo Niqturbo, ex-NOVO, de Niquelândia; e Leia Mendonça, ex-União Brasil, de Santa Tereza de Goiás.

Força de Daniel Vilela

Nos bastidores, a movimentação é interpretada como mais um passo estratégico de Daniel Vilela na consolidação de sua liderança política após assumir o governo com a saída de Ronaldo Caiado. Ao ampliar a presença do MDB em diversas regiões do estado, o governador fortalece a estrutura municipal da legenda e aumenta sua capilaridade política para a disputa eleitoral de outubro.

O MDB, tradicionalmente reconhecido pelo forte perfil municipalista, passa a ocupar posição ainda mais central na sustentação política do governo estadual. O crescimento da sigla também aumenta a pressão sobre partidos adversários, que buscam reorganizar bases e construir alternativas competitivas para o próximo pleito em Goiás.

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