Em 2025, o ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, esteve no centro das negociações políticas em Minas Gerais, sendo cortejado pelo presidente Lula para ser o candidato do PT ao governo estadual. No entanto, o senador manteve a resposta em aberto, aguardando movimentos estratégicos que pudessem valorizar sua posição — inclusive com a esperança de uma possível indicação ao STF.
Enquanto isso, a indefinição de Pacheco provocou um impacto dentro de seu próprio partido, o PSD. O partido, liderado nacionalmente por Gilberto Kassab, avançou na filiação do vice-governador Matheus Simões, que assumirá o governo de Minas em abril após a renúncia de Romeu Zema, e tentará a reeleição em outubro.
Com a oportunidade no PSD se esgotando e sem vaga no STF, Pacheco chegou a confidenciar a aliados que poderia se afastar da vida pública. No entanto, em 2026, o senador sinalizou uma nova estratégia: a possibilidade de deixar o PSD e se filiar à União Brasil, mirando novamente a disputa pelo governo de Minas Gerais e alinhando-se à palanque do presidente Lula.
Essa movimentação mostra como Pacheco continua sendo uma peça importante na política estadual e nacional, mesmo diante de contratempos dentro de seu próprio partido.

