De olho na reeleição em 2026, o presidente Lula (PT) tem como estratégia central a formação de palanques fortes nos estados para ampliar sua presença regional e fortalecer alianças locais. Mesmo faltando meses para as eleições, já é possível desenhar um cenário com os principais nomes que podem contar com o apoio do petista em cada unidade da federação.
Região Sul
Rio Grande do Sul
No estado, o PT deve lançar novamente Edegar Pretto ao governo. Também existe a possibilidade de apoio à ex-deputada estadual Juliana Brizola (PDT), dependendo das articulações locais.
Santa Catarina
O nome mais alinhado ao presidente Lula é o de Décio Lima, atual presidente nacional do Sebrae. Em 2022, ele chegou ao segundo turno, sendo derrotado por Jorginho Mello (PL).
Paraná
Há entendimento dentro do PT de que o partido deve apoiar o deputado estadual Requião Filho (PDT) na disputa pelo governo estadual.
Região Centro-Oeste
Mato Grosso do Sul
Crescem as especulações de que Fábio Trad, recém-filiado ao PT, seja o nome da legenda para a disputa ao governo.
Mato Grosso
Ainda não há consenso. São especulados os nomes do ex-governador Pedro Taques e da médica Natasha Slhessarenko.
Goiás
O cenário também é indefinido, mas a deputada federal Adriana Accorsi (PT) é um dos principais nomes ligados ao partido no estado.
Distrito Federal
Assim como em 2022, o candidato petista deve ser Leandro Grass, ex-PV.
Região Norte
Tocantins
O apoio de Lula deve ir para o atual vice-governador Laurez Moreira (PSD), recentemente filiado ao partido.
Pará
A tendência é de apoio à atual vice-governadora Hana Ghassan, nome próximo do governador Helder Barbalho (MDB).
Amapá
O PT deve apoiar a reeleição de Clécio Luís, eleito em 2022 e atualmente filiado ao União Brasil.
Amazonas
O senador Omar Aziz (PSD) é apontado como favorito para contar com o apoio de Lula no estado.
Rondônia
Expedito Neto, recém-filiado ao PT, deve ser o candidato da sigla ao governo estadual.
Acre
Ainda há indefinição, mas o nome do ex-senador Jorge Viana (PT) é o mais cotado.
Roraima
O estado segue como incógnita para o PT, especialmente após ter dado, em 2022, a maior votação proporcional a Jair Bolsonaro.



